quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Inovação: elemento-chave para desenvolver indústria nacional

Com cenário competitivo, desenvolver soluções que priorizem qualidade, custos reduzidos e sustentabilidade são importantes diferenciais. Inovação é hoje meta da indústria nacional. Veja mais...
http://www.protec.org.br/noticias.asp?cod=4722.
 
Na minha dissertação abordei o tema da industria fazendo um balanço dos ultimos dez anos no Brasil e concentraçao de esforços e projeto de política industrial para estimular investimentos em tecnologia e aumentar produtividade e competitividade da indústria exportadora.

domingo, 25 de outubro de 2009

Anprotec 26 a 30 de outubro

3º infoDev Fórum Global de Inovação & Empreendedorismo e ao XIX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas.
Na pauta dos eventos pretende-se debater as políticas voltadas para a inovação, identificando as principais ações de promoção e fortalecimento de parcerias público-privadas; o papel das incubadoras de empresas para o desenvolvimento de setores como agronegócios e energias limpas; os tipos de investimentos que podem e estão sendo aplicados nas empresas inovadoras nascentes; as estratégias de internacionalização que estimulam a cooperação entre empreendimentos inovadores; e a atratividade dos parques tecnológicos para investimentos públicos e privados.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Exponorma - 14 e 15 de outubro

 Vou representar a ENTIB na exposição e congresso sobre normalização, produtos, serviços e sistemas para metrologia e garantia de qualidade de produtos no Brasil.

sábado, 10 de outubro de 2009

Balanço Inovatec

A 5a Feira de inovaçao Tecnológia realizada este ano, a meu ver, foi a melhor delas.
O fato das palestras serem sugeridas pelo público (acertou em cheio) ao levantar questões de interesse geral. Esta integração foi o ponto alto do evento, no meu ponto de vista. A exposiçao levou empresas que tiveram oportunidade de mostrar seus produtos e serviços. Muitas delas me deram retorno positivo, dizendo que tiveram expectativas de geração de bons negócios.
Particularmente eu fiquei feliz com a minha estreia em palestras e o retorno que obtive em relaçao a relevância dos temas.
Que venham outras deste nivel!! Parabéns aos mentores e organizadores deste evento!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Palestra: Plano de Negócios e EVTEC

Orientação, Planejamento e Competitividade ligadas as novas tecnologias.

Com Antonio Carlos Rodrigues e eu.

A ideia é de demonstrar a importancia destas técnicas de planejamento na elaboracao de projetos de inovaçao para captacao de recursos financeiros.

Às 18:00  na sala 5 no Inovatec - Expominas

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Palestra: Inovação: Da concepção ao Mercado

A gestão do processo de inovação tecnológica é um importante fator de diferenciação na competitividade das firmas. Este trabalho desenvolve uma proposta de um modelo referencial de apoio à inovação, mediante desenvolvimento de um mapa conceitual do percurso que leva uma invenção até o mercado. Na elaboração foram identificados os principais elementos, aqui chamados de Processo de Sustentação da Inovação (PSI) – concepção, pesquisa, desenvolvimento e projeção futura, bem como as interações existentes nesta rede de conceitos, atividades e fluxos de informação que determinam o processo de inovação. 

Tema da minha Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção, COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.


No Inovatec - Expominas - às 18:00 na sala 04

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Palestra: O Desafio da Metrologia no Processo de Inovação

Às 14:00 com Pedro Paulo Novelino - coordenador da Sociedade Brasileira de Metrologia
No Inovatec no Expominas.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Inovatec 2009

Dia 6 - Inovatec 2009

Integração para a Inovação
Data: 06 a 09 de outubro de 2009
Local: Expominas- Belo Horizonte - MG
Informações: Minasplan  tel.: (31)3371-3377
inovatec@minasplan.com.br ou www.inovatecbrasil.com.br

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O difícil caminho da ideia ao produto final

Tem tudo a ver com a minha tese...

As maiores dificuldades para inovar costumam envolver o aporte financeiro que as empresas, especialmente as menores, não dispõem, diz Roberto Nicolsky, diretor geral da PROTEC


Muita gente acredita que inovar é criar algo inteiramente novo, que brota do nada. Uma rápida consulta no dicionário nos mostra, no entanto, que a inovação pode ser o movimento de agregar um conhecimento corrente para aperfeiçoar o que já existe; ou criar novos métodos e funcionalidades capazes de melhorar a competitividade de empresas e produtos no mercado. Segundo o Índice Global de Inovação (2004-2008), do jornal britânico The Economist, o Brasil é apenas o 49º colocado em um ranking de inovação composto por 82 países, posicionando-se atrás de emergentes como Argentina (42º) e México (48º). Para especialistas, questões relacionadas à gestão e à falta de recursos aplicados em pesquisa podem ser os principais obstáculos para que a cultura inovadora brasileira, hoje incipiente, floresça.

O Índice Global de Inovação leva em conta o número de patentes registradas nos Estados Unidos (EUA), Europa e Japão e tem o Japão, seguido por Suíça, Finlândia e EUA nas primeiras posições. A China subiu da 59ª para 54ª posição e a Índia saltou da 58ª para a 56ª. Para o próximo período (2009-2013), a previsão é de que o Brasil deverá se manter em sua colocação, enquanto os dois países asiáticos devem galgar novos postos.

Medindo a inovação

Publicações científicas e patentes costumam ser realmente referências mundiais para medir o grau de inovação de um país. Para especialistas brasileiros, no entanto, a avaliação não favorece o Brasil. "São poucos os empreendedores em condições de fazer pesquisas de mercado, o que dirá patentes. Os custos são altos, ainda mais as internacionais", diz Rex Nazaré, diretor de Tecnologia da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Nazaré admite que a falta de verba é a principal dificuldade dos empreendedores, que percorrem quatro etapas bem definidas entre a concepção da ideia e sua posterior comercialização. A primeira é a identificação de uma demanda, seja ela de um nicho de mercado ou dos consumidores. Depois vem o desenvolvimento tecnológico, que é a transformação da inovação em algo operacional. A seguir vem a validação, que normalmente redunda na produção de um protótipo. É nessa fase que o empresário opta, ou não, pela patente. Por fim, chega-se à chamada engenharização, em que o produto passa a ser finalmente produzido em larga escala.

"Todos os passos são importantes e devem ser feitos de forma contínua. As maiores dificuldades costumam aparecer na segunda etapa, pois em muitos casos envolve um aporte financeiro que as empresas, especialmente as menores, não dispõem", diz Roberto Nicolsky, diretor geral da Sociedade Brasileira Pró-inovação Tecnológica (PROTEC). "Quanto maior for o agregado tecnológico da inovação, mais caro e difícil será transformá-la em realidade, pois a competitividade é mais intensa", completa Nazaré.

Recursos

A falta de recursos pode ser vencida com criatividade, ajuda familiar, empréstimos e subvenções (empréstimos não-reembolsáveis) junto a agências de fomento ou ainda via investidores. "Muitas das vezes tudo começa com recursos próprios e ajuda familiar, mas chega um momento em que só isso não basta", diz Luiz Antonio Coelho, superintendente da área de Financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Referência no País no incentivo à inovação, a Finep já liberou mais de R$ 1,106 bilhão em subvenção desde 2006, quando foi lançado o Programa de Subvenção - o valor não contabiliza o orçamento de 2009, em que estão previstos R$ 450 milhões. Além disso, a agência também concede empréstimos com juros mais baixos do que os do mercado. Em 2008, foi R$ 1,6 milhão e, este ano foram R$ 3,4 milhões até julho. Todos os projetos são submetidos a uma seleção, obedecendo a um edital.

"O mais importante durante a seleção é o business plan. A partir dele diagnosticamos se o empresário quer ser pequeno para sempre, ou quer viver de esperar pela próxima subvenção, o que nos leva a descartá-lo. Vemos a gestão do negócio como um dos obstáculos. Falta capacitação", diz Coelho. O executivo reconhece que os órgãos de financiamento são incapazes de atender a todos. "Por conta disso, muitos projetos deixam de se tornar realidade. Às vezes, vale a pena vender a ideia para um player com condições de desenvolvê-la", diz.